
Olá pessoal. Estou a horas para postar sobre esse assunto e devido a inúmeras viagens de negócios, não foi possível. Mas hoje chegou o dia.
Então vamos falar sobre o problema daquela borra que parece uma ferrugem nos motores da Volkswagen.
Durante alguns dias seguidos do mês de agosto recebi alguns emails justamente perguntando-me sobre o assunto da borra.
Geralmente os motores Volkswagen, devido ao mal uso do veículo acaba aparecendo uma pasta amarelada nas mangueiras que levam o lubrificante ao motor. Se você tem um Volkswagen Gol, não pense que a culpa é toda sua ou que só você é que não sabe usar seu veículo. Isso acontece em qualquer lugar. Vou dar um exemplo. Há pouco mais de um ano, na cidade de Porto Alegre, foi me solicitado uma visita a uma empresa que alugava carros para dar uma solução a um problema já existente a algum tempo em alguns Volkswagen Gols. Era justamente a borra amarela que estava sempre fazendo alguns carros irem para a oficina. Quando cheguei na locadora de veículos, vi que os carros que estavam com problemas eram carros que estavam sendo alugados para empresas de vigilância.
Então perguntei que óleo eles estavam usando. Disseram-me que era um óleo com aprovação da Volkswagen, semi-sintético. Olhei os lubrificantes que a empresa estava usando e realmente tinha aprovação 502.00 e eram semi-sintéticos. Até aí tudo bem.
Então perguntei: - Qual era a média de velocidade que os carros andavam. Então o proprietário me respondeu. "Esses carros quase não andam, estão sempre devagar, uma média de 30 quilômetros por hora, no máximo 40". - Pronto. Era tudo o que eu queria saber. Então lhes disse que esse carro, mais do que qualquer outro precisa de velocidade, precisa que ande rápido e que faça trajetos longos para que o motor possa fazer o seu trabalho natural. O Volkswagen Gol, assim como diz a sua propagando, é um carro que deve ser usado "sem dó".
A rotação do motor deve estar de preferência sempre em alta.
É claro que um lubrificante com viscosidade mais baixa ajuda e muito. Nestes casos um 5W40 seria o ideal, mas mesmo assim teríamos problemas.
Não há mistério. É só seguir como manda o figurino. Não faça trajetos curtos demais deixando o Volkswagen Gol parado por muito tempo. Como qualquer veículo, ele precisa andar muito.
Posso falar por mim. Tive um Gol durante 3 anos de minha vida. Não tive problemas. Pelo contrário, o carro realmente é valente, econômico para a sua categoria. Independente de sua cilindrada. Faça andar sem pena.
Um dos leitores do
SM chamado Emerson Gurgel enviou-me um email perguntando-me sobre esse assunto. Fomos trocando emails afim de resolver a questão do motor de seu Volkswagen Gol que era justamente essa. Ele é engenheiro e foi em busca de soluções, sem parar na minha resposta que lhe dei.
Ele deixou uma importante dica. Pedi a ele autorização para publicá-la e aí está.
"Hoje depois de agonizar e preocupar-me muito com essas gotículas de água na vareta de óleo, acho que matei a charada.
Bom, eu reparei que lá no meu trabalho chegou recente um gol G4 igual ao meu.
Perguntei ao motorista daquele carro se ele não reparava em nenhum desses itens.
Resolvemos ver a mangueira de borracha do respiro de óleo do carte, quando puxei.Tava lá a tal pasta cor de caramelo na vareta, realmente não vimos o filete branco e nem a presença de gotículas de água. Bem, foi-me sugerido passar na consecionaria, foi o que fiz.Falei com o papa em gol da oficina o Sr.Marcos, ele me fez o seguinte relato: que recebeu recente uma circular da VW, trata-se do nosso combustível que por lei deveriam colocar apenas 25% de álcool e eles colocam 50%, resultado. O álcool é hidratado e deixa uma pequena quantidade de água no óleo que espuma por reação, os vapores descem e ficam alojados na tal caixa do respiro lateral e carte, esta deve ser limpa ou trocada a cada troca de óleo. Na autorizada também vi muitos gols iguaizinhos ao meu com mesmo problema.Tirei muitas duvidas, dentre elas o novo óleo recomendado pela VW, é o Castrol Profissional 5W40 sintético e que deve ser trocado a cada 10.000Km ou seis meses.
Agora estou aliviado pois achei que era a junta do cabeçote e ai eu tava ferrado, mais como o mecânico mesmo me disse, seria improvável tal avaria pois não houve superaquecimento do motor, a luz teria acendido no painel e baixaria logo o nível de agua no reservatório, bem como, a própria água ficaria suja como óleo e vice-versa.
Bom, espero ajudar a todos os proprietários de gol, o que deveria ser feito pela própria VW que me mandou um email tipo corte e cola, dizendo para procurar a autorizada.
Tem muita gente fazendo cabeçote por ai porque não sabe disso.Eu já tava quase doido, pois ando direitinho com o meu e achava absurda a hipótese de ter queimado essa junta. Desejo sucesso e um forte abraço."
Obrigado meu amigo Emerson, também desejo muito sucesso a você e a todos os motoristas proprietários desse carro que é um grande sucesso.
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Meus queridos amigos, leitores do Blog SM, primeiramente gostaria muito de agradecer os inúmeros comentários aqui deixados, em busca de informações a fim de sanar suas dúvidas a respeito de seus veículos e seus lubrificantes.
Se eu pudesse, faria uma pesquisa para cada um de vocês a fim de ajudá-los a encontrar a melhor solução para seus motores. Porém eu gostaria muito que se pudessem, leiam o Manual do Proprietário de seus veículos. Ali vocês irão encontrar todas as informações necessárias.
Entendam que muitas vezes, ao descrever o problema aqui no blog, eu teria que estar perto de seus motores ouvindo barulhos, visualizando se existe vazamento ou até mesmo perguntando pequenos detalhes para passar uma informação mais completa.
Quanto a quilometragem do óleo: Não deixem de usar o lubrificante indicado porque a quilometragem está alta. Mantenham a mesma viscosidade indicada. Se houver vazamento nos anéis, procurem um bom mecânico, façam a retífica em seus motores. Alterar a viscosidade do lubrificante poderá alterar uma série de fatores que poderão trazer prejuízos aos bolsos dos proprietários dos veículos. Incluindo aumento de consumo de combustível.
Muito obrigado e boa leitura!
Sávio Machado
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Devido a inúmeros comentários e mails que recebo, quando se trata do motor do Volkswagen Gol Nova Geração, hoje eu vou publicar algumas fotos que fiz para que vocês possam entender como se deve fazer para limpar aquela borra de ferrugem que tanto incomoda os proprietários desse veículo.
Ao efetuar a troca do óleo, você poderá pedir ao trocador, ou o mecânico que faz a manutenção do seu veículo, retirar a mangueira do respiro para fazer uma limpeza interna. Isso vai ajudar na durabilidade do lubrificante e também ajudar o motor.
Mangueira do respiro retirada. Por dentro ela fica recheada de borra.
O trocador ou o mecânico deverá usar um compressor de ar para limpar a mangueira, retirando a borra de dentro da mangueira.
A borra fica também por dentro das galerias.
O lubrificante se mistura com água e se torna uma pasta de cor ferruginosa.
Coloque a tampa do óleo no motor, retire a vareta que mede o nível do lubrificante e por ali use também o compressor de ar para retirar a borra que fica nas galerias do respiro.
Retire a tampa do motor, onde fica o Filtro de Ar.
Limpe também a galeria superior, que fica ao lado do Corpo de Borboleta.
Use um pano seco para evitar que mais umidade permaneça no local.
Use uma chave de venda e cubra a ponta om o pano para efetuar a limpeza da galeria superior.
Veja como fica a galeria superior após a limpeza.
Depois do serviço feito, é só colocar a mangueira no local e fechar a tampa do filtro de ar.
Com o excesso de umidade do motor, lembre de verificar a vareta do óleo. As vezes ela se apresenta muito enferrujada, podendo quebrar-se ao longo do tempo. Esteja atento para esse detalhe.
Fotos: Sávio Machado
Apoio do Gerente Gerson e trocador Juliano.
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Foto: SávioMachado. Frigorífico |
Nem sempre é fácil responder a uma pergunta, quando se trata de lubrificantes no setor industrial.
O que parece simples e que pode estar na ponta da língua para o lubrificador da indústria, pode gerar uma dor de cabeça enorme, tanto para quem atende a área, até mesmo para a indústria que está sendo atendida pelo profissional.
Um equipamento parado por falta de lubrificação pode gerar um prejuízo enorme. Por isso todo cuidado é pouco na hora de informar qual o lubrificante, graxa ou fluído adequado que deverá ser usado num equipamento.
O trabalho deve ser investigativo, de forma que todos tenham certeza de tudo que está acontecendo e poderá acontecer no ponto de lubrificação. Desde agentes contaminantes, (pó, umidade, cinza, etc...), temperatura (ambiente, alta ou baixa), pressão, velocidade, etc... É um trabalho minucioso, que exige muita atenção e principalmente muita responsabilidade. Afinal o equipamento tem que funcionar em perfeita ordem, gerando lucro para a empresa.
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Foto: SávioMachado. Nória de frigorífico |
Existe ainda o trabalho da confiabilidade. Isso vale para as boas marcas de companhias petrolíferas e também vale para quem fizer o atendimento industrial.
Se existir uma boa marca, juntamente com um bom profissional na área da lubrificação o caso, inusitadamente, será de sucesso.
As dicas aqui vale tanto para o setor industrial, quanto para o profissional na área de atendimento.
Fotos:
Marfrig - Rio Grande do Sul
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Se você trabalha em algum órgão público, chegou a hora de fazer uma licitação para compra de lubrificantes. Xiiii... E agora??
Nas minhas andanças sempre acabo visitando algumas empresas do setor público. E muitas vezes na hora de conversar com o departamento de manutenção, o encarregado faz a pergunta: "Como eu monto uma licitação dificultando a entrada de lubrificantes de segunda linha, sem procedência no mercado?"
Essa é uma questão muito interessante, pois os lubrificantes de fundo de quintal existem e estão participando ativamente no mercado. É claro que quando se trata de responsabilidade de dinheiro público, muitas empresas que vendem lubrificantes de má qualidade não estão nem aí para o que vai acontecer depois que fechou uma enorme venda.
Mas então, como escapar desse tipo de lubrificante? Muitas vezes - isso vale para a maioria - os encarregados do departamento de compras dos órgãos públicos tem pouca informação sobre lubrificantes. Em um caso de uma licitação para motores a diesel de uma frota com caminhões Mercedes Benz, a licitação deverá conter as normas da montadora. Nesse caso MB 228.3 que é a homologação máxima dos lubrificantes aprovados pela montadora alemã.
Na hora de montar uma licitação, lembre sempre de adicionar as informações do Manual do Proprietário de suas máquinas e seus veículos.
Esse post vale para todos aqueles que tem um pouco de dificuldade na hora de montar uma licitação para aquisição de lubrificantes. Quero disponibilizar meu conhecimento a todos que precisam resolver questões como essa.
Caso haja algum interesse, envie um email para saviomachado@gmail.com para maiores detalhes.
Imagem: Abril.com
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De uns tempos para cá a Agência Nacional do Petróleo (ANP) vem fechando o cerco contra as companhias fabricantes de lubrificantes. Isso vale para todas as Companhias, inclusive as internacionais que comercializam suas marcas no Brasil.
Chegou em minhas mãos o Boletim Mensal do Monitoramento dos Lubrificantes que em parceria com várias universidades do Brasil vem fazendo análises dos óleos lubrificantes comercializados no País. Os itens avaliados são: Registro, Rótulo e Qualidade.
Com relação ao registro, verifica‐se a existência de cadastro junto à ANP tanto da empresa como do
produto.
No rótulo é verificado se existem as informações requeridas na legislação pertinente, bem como se estão colocadas de forma clara, não induzindo o consumidor a um falso entendimento, com respeito à origem e às características do produto.
No que tange ao último quesito, é avaliado a qualidade da amostra em consonância com os dados
declarados e aprovados na ocasião do registro do produto na ANP.
Confesso que me surpreendi com algumas marcas não aprovadas pela ANP. Algumas delas muito conhecidas.
Se você gostaria de saber se o lubrificante que você coloca no motor do seu carro ou de sua moto está na lista dos NÃO APROVADOS da Agência Nacional do Petróleo clique aqui e veja. Se estiver, comece a pensar em mudar de marca.
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Depois de passar praticamente dois meses só na correria, eis que surjo para compartilhar um pouco mais sobre o novo lubrificante que está na mídia no Brasil. Falo do lançamento do lubrificante MOBIL SUPER SINTÉTICO.
A empresa brasileira que tomou as rédias dos negócios da Exxon Mobil aqui no Brasil, a COSAN, tem feito um excelente trabalho, tanto na recuperação da marca Mobil no mercado interno, com mídias expressivas como o patrocínio da Stock Car, propagandas em canais abertos e fechados, revistas, etc... Fora isso a Cosan vem acompanhando seus distribuidores Mobil muito de perto para que eles também tenham foco na marca e possam crescer rapidamente.
Mas vamos falar do MOBIL SUPER SINTÉTICO. Com um novo pacote de aditivos aprovado pela API (American Petroleum Institute), o mais novo lubrificante do Brasil tem aprovação SN, superando SM, SL e SJ. Além da aprovação americana, ainda tem aprovação européia A3B3 e A3B4, que serve também para motores a diesel injetado.
Além disso o lubrificante apresenta a viscosidade 5W40. Que hoje é a viscosidade mais pedida no mercado brasileiro e passa a atender veículos que não tinham em seu portifólio de homologação.
Veja as principais montadoras e suas aprovações.
Opel GM-LL-B-025
MB-Approval 229.3
Volkswagen (Gasolina/Diesel) 502.00 / 505.00
Porsche A 40
Peugeot/Citroën Automobiles B71 2296
BMW Longlife Oil 01
Renault RN0700/RN000710
Parabéns ao grupo Cosan que vem evoluindo tecnologicamente a cada dia, dando oportunidade de melhores produtos a todos os motorista e pilotos do nosso Brasil a fora!
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Ontem, dia 23 de novembro, estive num posto de gasolina da Petrobrás para abastecer o meu carro e o gerente do posto me chamou para conhecer as novas embalagens dos produtos Lubrax.
No momento até pensei: "Embalagem nova da Lubrax? Até que um dia!..."
Ao chegar na prateleira, sinceramente fiquei desapontado. A logo melhorou um pouco, mas a embalagem, para ser a primeira no país, não ficou nenhum pouco bonita. Mas posso dizer que é bem melhor que a antiga, toda quadrada.
Falo disso pela cultura dos lubrificantes da mais alta qualidade do mundo terem embalagens que se tornam apelos comerciais, como as das Castrol, Shell, Mobil, Motul, etc...
Embora seja uma marca relativamente nova no ramo dos lubrificantes, nascida no ano de 1973, com certeza nos primeiros meses as novas embalagens e a novo logo da companhia petrolífera brasileira vai dar o que falar.
IMAGENS:
Site br.com.br
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Sexta-feira, dia 05 de novembro, eu estava na padaria do português, que fica a uma quadra aqui de casa. Cheguei no balcão para pedir meus pães e uma das atendentes comentou, olhando para a televisão que estava ligada perto do caixa:
- Domingo tem show desse cara, se eu tivesse dinheiro eu iria.
A outra menina que já estava me atendendo disse:
- "Ai, capaz que eu iria gastar meu dinheiro para ver esse cara, Deus me perdoe! Se fosse uma Ivete Sangalo, Sombalanço, um pagode... Até eu iria."
Aquilo me deixou pensando... Será que um dia ninguém mais irá ouvir suas canções? Mesmo sendo o maior ídolo dos Beatles vivo, uma verdadeira lenda viva. Com show no Brasil, muito perto de mim... Eu gostaria tanto de vê-lo, mas infelizmente não vou poder ir.
Acredito que a sensação de estar lá é aquela. "Agora já posso morrer tranquilo".
Você que foi, acredite, não ouvirá nada igual novamente, não só pelas belas canções que atravessaram décadas, mas pelo marco do Rock.
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Recebi por email e resolvi postar aqui no blog 16 perguntas mais frequentes que recebo via comentário ou até mesmo por email. Essas 16 perguntas foram tiradas da revista O Mecânico. Muito bem conceituada. o artigo está na íntegra para vocês. Vale a pena!
"As dúvidas sobre a correta forma de trocar o óleo lubrificante ainda são comuns entre os reparadores automotivos. Uma substituição feita no tempo errado e na quantidade indevida pode provocar a redução da vida útil do óleo, desgaste prematuro das peças do motor, superaquecimento, entre outros problemas.
01 - Por que é importante trocar o óleo do seu carro?
Com o passar do tempo, o óleo do motor pode perder a sua viscosidade. A viscosidade faz com que o óleo permaneça por mais tempo revestindo as partes móveis que ficam em contato dentro do motor, como bielas, aneis, cilindros, bronzinas, mancais, comandos, válvulas, etc. Perdendo a viscosidade, o atrito entre as peças poderá comprometer o bom funcionamento do motor, diminuindo sua vida útil, reduzindo o desempenho, consumindo mais combustível, e ao médio ou longo prazo, provocar desgaste prematuro nos anéis, fazendo com que o motor “queime óleo”, até que o leve à retífica.
02 - Como avaliar qual tipo de óleo usar?
Seguir sempre a recomendação do Manual do Proprietário.
03 - Onde eu devo trocar o óleo?
Existem 4 premissas para a lubrificação bem feita; utilizando o lubrificante correto, na quantidade indicada, utilizando as ferramentas e dispositivos de lubrificação adequados e na troca na periodicidade recomendada. É adequado procurar locais com a estrutura necessária e com a equipe treinada tecnicamente para atender a estas premissas, que normalmente são: concessionárias, postos de serviço, super trocas, oficinas mecânicas especializadas e redes de pneus.
04 - Quais critérios se devem analisar, quando for substituir o óleo indicado no manual por um similar?
Devem obedecer às especificações do óleo recomendado do Manual do Proprietário, de acordo com a viscosidade SAE (Sociedade de Engenheiros Automotivos), e com a aditivação API (Instituto Americano de Petróleo), ACEA, ILSAC ou JASO. Todos os lubrificantes contêm as informações nos rótulos sobre homologações e especificações.
05 - Por que estamos vendo com muito mais frequência a recomendação de lubrificantes semissintéticos pelas montadoras?
Os óleos semissintéticos ou de base sintética, possuem performance superior comparada a dos óleos minerais, com custos inferiores a dos sintéticos, associando custo x benefício com a evolução da tecnologia dos motores.
06 - Quando se deve completar o nível de óleo?
Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega o momento de trocar o óleo, deve-se completar o nível gradativamente.
07 - Qual a diferença entre óleos sintéticos, semissintéticos e minerais?
O lubrificante é composto por óleos básicos e aditivos. Sua função no motor é lubrificar, evitar o contato entre as superfícies metálicas e refrigerar, independentemente de ser mineral ou sintético. A diferença está no processo de obtenção dos óleos básicos. Os óleos minerais são obtidos da separação de componentes do petróleo, sendo uma mistura de vários compostos. Os óleos sintéticos são obtidos por reação química, havendo assim maior controle em sua fabricação, permitindo a obtenção de vários tipos de cadeia molecular, com diferenças características físico-químicas e por isso são produtos mais puros.
Os óleos semissintéticos ou de base sintética, empregam mistura em proporções variáveis de básicos minerais e sintéticos, buscando reunir as melhores propriedades de cada tipo, associando a otimização de custo, uma vez que as matérias-primas sintéticas possuem custo muito elevado.
Não é recomendado misturar óleos minerais com sintéticos, principalmente de empresas diferentes. Seus óleos básicos apresentam naturezas químicas diferentes e a mistura pode comprometer o desempenho de sua aditivação, podendo gerar depósitos. Além disso, não é economicamente vantajoso, já que o óleo sintético é muito mais caro que o mineral e a mistura dos dois equivalem praticamente ao óleo mineral, sendo, portanto, um desperdício.
Uma dica interessante se refere à troca de óleo mineral por sintético. É importante trocar o filtro de óleo junto com a primeira carga de sintético e trocar esta carga no período normal de troca do veículo em função da sua utilização.
08 - Qual o nível correto do óleo no carro?
São os traços da vareta de óleo que indicam o nível. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.
09 - Quando se deve trocar o óleo do carro? Há algum sinal que o veículo apresente?
O correto é seguir rigorosamente a recomendação do Manual do Proprietário de acordo com a quilometragem, ou, geralmente após 6 meses. Alguns sinais são a perda de potência e o superaquecimento.
10 - Por que motor deve estar quente na hora de troca de óleo?
Facilita a saída das impurezas pelo dreno do Carter, pelo fato de estar menos viscoso (mais fino) e as partículas estarem dispersas em suspensão.
11 - Quanto tempo deve-se esperar para medir o nível de óleo?
É importante que se espere pelo menos 15 minutos após o motor ter sido desligado para medir o nível. Isso ocorre porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume, mas sabe-se que dificilmente este período é respeitado nos postos de serviço.
12 - Qual a diferença entre “serviço severo” e “serviço leve”, que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca?
No serviço severo os veículos trabalham com carga em centro urbano, e/ou com baixa velocidade no tráfego tipo “anda e para” e/ou por pequenas distâncias, e/ou de até seis quilômetros (grande troca de marcha) e/ou ambiente externo sujeito à contaminação por poeira. O serviço leve ocorre com o veículo sem carga, em velocidade constante na estrada por percursos longos, com boa pavimentação, e em ambiente externo não agressivo.
13 - O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando?
Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes e dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas, e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo, podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor. O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do manual do proprietário. Deve ser feita a cada duas trocas de óleo. Hoje já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo, para que não haja mistura do óleo novo com o residual que se encontra no filtro.
14 - Quais são os perigos de se usar um óleo incorreto?
Perda da garantia da montadora, redução da vida útil do lubrificante, mau funcionamento, desgaste prematuro das peças, superaquecimento, má limpeza do sistema e consequentemente a perda do motor, entre outros.
15 - Qual é a relação entre usar combustível de um posto não muito confiável e a questão da lubrificação?
Combustíveis adulterados são danosos ao motor e implicam queima inadequada e excesso de sujeira no motor. Lubrificantes de maior performance, como semissintéticos e sintéticos poderiam resistir um pouco mais que os minerais, mas não seriam suficientes para evitar a borra em motores que rodam com combustíveis fora das suas especificações, principalmente aqueles adulterados com solventes.
16 - Por que é recomendável utilizar óleo sintético no motor do veículo?
O óleo sintético resiste mais à oxidação gerada pela temperatura, tem menos perda por evaporação, menor formação de borras e lacas e em alguns casos, atração molecular. Embora os lubrificantes sintéticos ofereçam qualidade superior, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca entre sintéticos e minerais. Existem lubrificantes sintéticos com viscosidade muito abaixo da recomenda pela Montadora para um determinado modelo. Portanto, recomendamos seguir a indicação do Manual do Proprietário."
FONTE: O MECÂNICO
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Olá pessoal! Passei alguns dias sem atualizar o Blog devido a minha adaptação a nova função. E retorno em um bom momento. Não poderia passar em branco uma homenagem a um grande piloto que tenho muita consideração. Embora não sejamos grandes amigos, mas de vez em quando ele responde algumas twittadas.Estou falando de Rubens Barrichello que chegou nesse fim de semana, na equipe Williams, em Spa-Francochamps, na Bélgica a sua corrida de número 300.Embora o resultado do fim de semana não tenha sido o que se esperava, devido a chuva que ocasionou um acidente entre o piloto brasileiro e o piloto espanhol Fernando Alonso, deixando o carro da Williams sem uma roda e parte da asa dianteira destruida, não estragou a festa.Rubinho foi alvo da imprensa mundial e passou boa parte do mês de agosto com a campanha da corrida de número 300.
Em seu site há um link que dá a oportunidade aos seus fãs de adquirirem a réplica do seu capacete, pintado com a marca 300. O capacete está custando 5.300 reais. Um preço até camarada, que será revertido para o Instituto Barrichello Kanaan.Parabéns Barrichello! Ainda quero ver você aí correndo, buscando um campeonato. Grande abraço!link para a réplica do capacete de Rubens Barrichello 300O vídeo é indicação do próprio Rubens via Twitter. foto http://barrichello.com.br/pt/Assine o Feed


A
Cosan Combustíveis e Lubrificantes, responsável pela distribuição dos combustíveis e lubrificantes
ExxonMobil no Brasil está fazendo uma campanha publicitária que pela primeira vez explora na mídia nacional a economia de combustível.
Para os conhecedores do assunto não é novidade quando se fala que ao baixar a viscosidade do lubrificante do motor, diminui o atrito e consequentemente o motor faz menos força, diminuindo assim o consumo de combustível.
Isso vai ajudar muita gente entender porque existe essa relação combustível x lubrificante. E em um futuro bem próximo vou deixar de ouvir a pergunta que sempre ouço quando falo em economia de combustível: "O que tem a ver o lubrificante com consumo de combustível?"
Os lubrificantes com viscosidade 5W30 foram desenvolvidos na Fórmula 1 e trouxeram uma nova performance aos motores que vinham diminuindo de tamanho a cada ano que passava. O motor pioneiro a usar essa viscosidade foi o motor da
Ford Zetec Rocan, desenvolvido na Inglaterra.
Veja
aqui, em primeira mão, a propaganda do Mobil Super Ecopower 5W30 que vai rodar apartir do dia 18, na Rede Globo.
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Atitude no mínimo louvável da companhia Exxon Mobil no brasil ao alinhar todos os lubrificantes para motores a gasolina para a classificação API (America Petroleo Institute)
SM.
Fato esse fez com que aquela quantidade de letrinhas que ficam no rótulo dos lubrificantes deixasse de ser mais uma dificil tarefa para o cliente escolher na hora da troca de óleo o melhor lubrificante para o seu veículo.
A quatro anos a Agência Nacional do Petróleo, ANP, proibiu as produtoras de lubrificantes fabricarem óleos com classificação API SE. Norma essa para motores fabricados na década de 70.
Sobram ainda muitas classificações API: SF, ainda muito usado no mercado. Essa classificação serve para os veículos carburados, para motores até 1998 (veja o quadro da tabela API
aqui). A maioria dos lubrificantes com essa norma tem viscosidade 20W50 e muitos usuários optam por essa classificação em virtude do preço, sem saber que o motor sofre com o pouco pacote de aditivo.
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Alguns de vocês já devem ter visto no Blog F1ALC do meu amigo Marcelo Iriarte. A umas duas semanas nos encontramos em Pelotas, no Rio Grande do Sul e conversamo um pouco. Apesar de termos pouco tempo pela correria do dia a dia, conseguimos nos conhecer e dar boas risadas. Conheci o Blog F1ALC através do blog do RonGroo, já a algum tempo e sempre que podíamos acabava colocando um comentário ali, outro aqui. Sempre fomos grandes amigos virtuais e no dia que nos encontramos foi muito legal, pois a amizade da internet não é diferente da amizade que temos hoje. Além do assunto que temos em comum, a Fórmula 1, o Blog F1ALC é um blog que tem uma peculiaridade muito interessante: Os posts do Marcelo Iriarte são de extremo bom gosto e sempre existe algo a mais do que se espera em seus textos. Tudo voltado para a arte, seja da música, filmes cults, como um que chamou minha atenção com imagens do filme "2001 Uma Odisséia no Espaço", um clássico do cinema.Gostaria muito que isso acontecece mais vezes. Sei que todos nós estamos correndo muito em seus trabalhos, mas seria muito bom encontrar um blogueiro ou reunir todos para uma boa conversa. Espero que isso seja possível um dia. Obrigado Marcelo pelo seu carinho! Assine o Feed


Como bom fanzineiro punk que fui, no início dos anos 90, vim apenas prestar minha singela homenagem ao cartunista Glauco Villas Boas que morreu na sexta passada, dia 12 de março.
No início dos anos 90 fui protagonista de inúmeros eventos na região sul do país ligados a música, fanzines e quadrinhos.
No auge dos meus 22 anos de idade, como não havia internet, muito menos blogs, fazíamos tudo para o nosso trabalho, mesmo que fosse escroto, aparecece na mídia, fosse ela escrita, televisiva ou até mesmo nas rádios.
Naquela época tínhamos que comprar revistas para poder acompanhar as novidades e eu era apaixonado pelo trabalho do trio Laerte, Angeli e Glauco (Los Três Amigos). Sempre que eu podia, embora assalariado, comprava uma revista que era devorada em minutos. Os traços do trio muitas vezes serviram de inspiração para o meu antigo fanzine que na época chamáva-se "Mad House".
As minhas revistas guardadas até hoje.
Eu me arriscava a criar e desenhar histórias. E sempre fui muito elogiado, até porque dificilmente se encontra um quadrinhista em qualquer esquina. Ainda mais nos tempos de hoje.
Os tempos modernos trouxeram novas tecnologias para os desenhos e também trouxe mais violência e a vida de Glauco Villas Boas foi ceifada junto com a do seu filho.
Não gostei nem um pouco de escrever sobre esse assunto. Mas senti que devia.
Obrigado pelo seu legado Glauco.
Mais sobre Glauco: http://universohq.blogspot.com/ http://www2.uol.com.br/glauco/index.shtmlAssine o Feed

Mais interativo do que nunca o Blog SAVIOMACHADO está dando uma boa oportunidade aos proprietários de Volkswagen Gol para contar aqui a sua história de amor e ódio do carro que foi um dos mais vendidos e mais populares na história automobilística do País.
Este post torna a partir de hoje, um momento especial do blog, pois foi através do Volkswagen Gol que SAVIOMACHADO, na internet, começou a ficar conhecido e tornar-se ponto de debate quando trata-se do assunto lubrificantes x motores. Assunto esse de extrema importância e deveras muito delicado para quem tem um Volkswagen Gol. Além dos posts comentados aqui no Blog, eu ainda recebo muitos emails de proprietários de veículos de diversas marcas. As vezes são dúvidas que preciso pesquisar.
Mas voltando ao assunto do post "Volkswagen, uma História de Amor ou de Ódio", quero deixar claro que os próprios donos de veículos é que vão contar aqui a sua história. Seja ela de amor ou seja ela em forma de reclamação.
Estou abrindo mão dos inúmeros comentários relacionados ao assunto Volkswagen para que todos tenham acesso e possam ler, refletir e aplicar no dia a dia a experiência dos que vão participar.
Como participar?
É simples. Não estarei dando prêmios ou enaltecendo assuntos ou autores. Basta entrar no link do post, deixar sua história publicada como comentário. Depois que o blog receber o comentário, passará por um processo de filtragem para que não haja erros ou uso indevido da palavra e logo será postado aqui.
Posso enviar fotos?
Claro que pode! As fotos poderão ser enviadas direto para o email saviomachado@gmail.com e também poderão ser publicadas aqui no SM.
A história do Gol e sua relação com seus proprietários é bem antiga. Até hoje existem fãs apaixonados pelo carro.
Lançado no ano de 1980, o Gol é considerado o maior sucesso da Indústria Automobilística chegando a superar em fevereiro de 2001 as vendas do Fusca.
Mas há quem se arrepende de ter comprado, ou tenta resolver os problemas que o motor apresenta ao longo de seu uso, como a borra amarela, muito comentado aqui.
O texto a seguir foi escrito pelo leitor Dan. Ele conta uma história muito interessante e considero o primeiro participar do post público "Volkswagen Gol: Uma História de Amor" (ou será também de ódio?)
"Olá SAVIOMACHADO , parabéns pelo blog . Tenho um Gol G4 2007/2008 1.0 Total Flex e já tive problemas com essas borras . Quando comprei o carro (semi novo +- 1ano de uso) a primeira coisa que fiz foi levar ele na concessionária para fazer a revisão de fábrica . Tudo normal , sem problemas de ignição , partida e motor . Quando comprei o carro , a pessoa tinha falado que só abastecia com alcool e que "nunca tinha dado problema" . Passados 2 meses de uso , resolvi colocar gasolina nele . Resultado : os problemas começaram . Depois que abasteci com gasolina (acho que tinha só 1/4 ou 1/5 de alcool no tanque) deixei o carro na garagem e fui dormir . Quando fui trabalhar , no dia seguinte , o carro não pegava mais e o tal do EPC começou a acender . Liguei na seguradora e o cara conseguiu fazer ele pegar (abriu o filtro de ar e limpou uma mangueira lateral), pensei que tinha resolvido o problema . Daí fui trabalhar . Saindo do trabalho , novamente aconteceu o problema . Chamei novamente a seguradora e guinchei até a concessionária . Nesse dia me deu vontade de processar o vendedor e a Volks , mas não o fiz , acho que amo o Golzinho . Pois bem , deixei o carro 1 dia na concessionária e vieram com várias historinhas : que eu não podia misturar alcool e gasolina no mesmo tanque (então tenho que deixar ele morrer no meio da avenida por falta de combustivel?) , que eu não podia apenas abastecer e desligar o carro , tinha que dar umas voltas com ele por causa de uma tal central de leitura do combustivel (acho que comprei um carro temperamental) , falaram tambem que não era "viável" ficar andando poucos quilometros com ele , enfim , resumindo o consultor técnico disse que fez a regulagem da central de comando , "descontaminou" e "descarbonizou" (nunca tinha ouvido falar disso ,cheguei a pensar que o motor tinha fundido) e o carro estava blz ( o som do motor estava bem melhor , parecia que tinha trocado , EPC ok e pegava sem problemas ) . Ah , depois desse incidente , passei a usar somente alcool , eis que um certo dia fui verificar o nivel de oleo e tcharam !! A borra estava lá . Quando vi aquilo pensei que tinha entrado agua do radiador no motor . Era uma pasta que parecia uma maionese . Fui novamente a concessionária , e pásmem , o consultor disse que era normal por causa da qualidade do alcool do Brasil (conta outra , só abasteço em posto Petrobras)e também falou novamente as mesmas ladainhas citadas acima . Quando começou a aparecer as borras , resolvi colocar gasolina aditivada (o alcool simplesmente não rendia ) e , acredite se quiserem , nunca mais tive problemas de motor fraco , EPC , borra ou outro relacionado com borra . Não sei se isto tem haver com o sumiço da borra , ou com o tipo do óleo do motor , mas convenhamos , a gente compra um carro flex pra tentar economizar no combustível , estou seriamente pensando em trocar de carro (de outra montadora) .
Abraço!"
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